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Tag Archives: assassinato

Dízimo da desgraça: Brasil registrou 10 por cento dos assassinatos do mundo em 2012

Brasil_mapa da violência

Mais de 10% de todos os homicídios ocorridos no mundo, em 2012, foram registrados no Brasil, de acordo com o Relatório Global sobre Homicídios 2013, feito pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc) sobre dados do ano anterior. De acordo com o relatório, houve 437 mil assassinatos no mundo, em 2012, dos quais 50.108 no Brasil.

De acordo com a Unodc, há um cenário de estabilidade no número de homicídios no país, que ao lado do México, da Nigéria e do Congo está no segundo grupo de países com maior número de assassinatos do mundo, com índice de 25 homicídios para cada grupo de 100 mil habitantes. No primeiro grupo, onde figuram Colômbia, Venezuela, Guatemala e África do Sul, a situação de violência ainda é pior. Neles, o índice de assassinatos passa de 30 por 100 mil habitantes.

Enquanto nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo o índice de homicídios caiu, respectivamente, 29% e 11%, na Paraíba a taxa cresceu 150%, e na Bahia houve aumento de 75%. Segundo o estudo, Pernambuco, com redução de 38%, foi o único estado do Nordeste com queda no número de assassinatos.

No Brasil, 90% das vítimas de homicídios são homens. O abuso de álcool e outras drogas, e a disponibilidade de armas de fogo, são apontadas no estudo como determinantes para que aconteçam os assassinatos.

O relatório também destaca que o continente americano apresenta uma importante disparidade entre o total de homicídios cometidos e a condenação dos responsáveis, já que apenas 24% dos crimes são solucionados.

O levantamento ressaltou ainda as unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) como uma iniciativa determinante para a redução dos índices de homicídio em quase 80%, no Rio de Janeiro, entre 2008 e 2012.

Agência Brasil
 

Comissão de Anistia homenageia estudante morto pela ditadura

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A Comissão de Anistia do Ministério da Justiça concedeu nesta quarta-feira (9) anistia política a  Alexander José Ibsen Voeroes. Militante do Movimento de Libertação Popular (Molipo), o jovem, então com 19 anos, foi morto por agentes da ditadura militar em 1972.  A cerimônia aconteceu na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP). No final, foi instalada uma placa em homenagem a Alexander no local.

A família do militante não pediu indenização pelos danos causados pelas forças da repressão. No entanto, como de costume, o presidente da Comissão, Paulo Abrão, pediu desculpas em nome do Estado brasileiro à família de Alexander.

Para a mãe, Carmen Voeroes, o processo foi importante para esclarecer a história do ativista. “Foi bom, porque foi feita justiça. Ele foi acusado de muitas coisas que não fez”, declarou após a cerimônia. Ela conta que evitou o assunto por muito tempo. “Durante 40 anos não quis falar nada. Só quando fizeram a investigação. Aí, contei tudo”.

Nascido no Chile, Alexander veio para o Brasil ainda bebê. Teve formação política como estudante secundarista no Colégio de Aplicação, uma instituição com pedagogia progressista, que funcionava na região central da capital paulista. Em 1970 começou a ser perseguido pelos órgãos da repressão, acusado de participar de ações armadas. Para evitar a prisão, passou a viver clandestinamente.

Sobre o período em que vivia fugindo dos agentes da ditadura, há pouca informação. Um dos únicos registros é uma carta enviada em janeiro de 1971, na qual declara a intenção de se exilar em um país latino-americano. “No final é chato, a gente que passou anos nesta terra, somos tão intimamente ligados a ela, termos que sair. A gente sabe que vai sentir saudades”, dizia a mensagem de Alexander, que foi lida por seu sobrinho, Gustavo Dénes, durante a homenagem.

Em 27 de fevereiro de 1972, Alexander e outro militante do Molipo, Lauriberto José Reyes, foram emboscados por agentes do Destacamento de Operações de Informações – Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi) na zona leste de São Paulo. Segundo os relatos de testemunhas, foi montada uma operação militar fortemente equipada. Alexander foi metralhado ao tentar fugir, após ser atingido na perna. Além dos ativistas, um morador da região também acabou sendo assassinado pelos militares.

Agência Brasil
 
 

Jovem é assassinada e três saem feridos pouco antes de show de Pablo em Humildes, Feira de Santana

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Tradicional São Pedro de Humildes termina com violência e morte. A jovem Tainá Cordeiro Servo que completou 18 anos há apenas 20 dias, foi violentamente assassinada no distrito de Feira de Santana. O crime ocorreu por volta das 2:00 hs da madrugada deste domingo (30), pouco antes do esperado show do cantor Pablo, fenômeno de público e que atraiu cerca 50 mil pessoas, de acordo com informações da prefeitura. O romantismo e o amor, marcas fortes do cantor parece não ter contagiado um homem que deflagrou os tiros que ainda feriu mais três pessoas.

Crime_São-Pedro-Humildes_DPT[2]

Carro do DPT, o Departamento de Policia Técnica que se dirigia para fazer o levantamento cadavérico da jovem assassinada pouco antes do show romântico.

Segundo informações da polícia, a jovem Tainá se divertia na festa quando o homem se aproximou e deflagrou vários tiros. A vítima foi atingida com tiros na boca, pescoço e dois na coxa, o que demonstra intenção do atirador de não deixa-la escapar e leva a polícia a suspeitar de crime passional.

Já Rodrigo Gomes Sobrinho, Juarez Santos Silva e Aline Souza Regis que também foram feridos com os disparos, não correm risco já que os tiros acertaram os membros. Estas informações foram coletadas no Posto de Saúde do Distrito de Humildes, para onde as vítimas foram levadas antes de serem transferidas para o hospital. Tainá que residia na Rua Veneza, 21, Parque Getúlio Vargas, sede do município, não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Os outros feridos, após serem atendidos no posto foram posteriormente transferidos para o Hospital Geral Clériston Andrade.

Os médicos e enfermeiros de plantão no posto de saúde de Humildes também informaram que outras pessoas que estavam próximas ao ocorrido acabaram ferindo-se na correria provocada. O som dos vários tiros gerou pânico, correria e algumas pessoas chegaram a desmaiar. Tânia Moreira, supervisora da unidade de Saúde em Humildes, afirmou que a correria em busca de atendimento médico por pouco não provou a invasão do posto. Sendo fundamental a ação da Guarda Municipal.

Uma cena que chamou bastante atenção pelo contraste. De uma lado a multidão que se espremia curtindo o show de arrocha do cantor Pablo, e do outro tentando passar em direção contrária, o carro do DPT, o Departamento de Policia Técnica que se dirigia para fazer o levantamento cadavérico da jovem assassinada pouco antes do show romântico. O veículo ainda tentou, mas, acabou tendo que parar em meio à multidão. Para por fim, retornar e seguir por outro caminho.

Por Jamil Souza
 

Homem é assassinado em pleno centro comercial de Feira de Santana

Mais uma morte violenta em Feira de Santana, desta vez, o crime aconteceu em pleno centro comercial da cidade. Por volta das 19:00hs desta terça-feira (05), ainda em meio a arrumação dos feirantes e a já normal correria dos comerciários para irem para suas casas, um homem que fazia a vigilância das barracas e lojas da Rua Marechal Deodoro foi brutalmente assassinado.

A vítima, identificado como Gilmar Moura Lélis de Souza, 36 anos, que morava no Conjunto Feira X, recebeu muitos tiros sendo vários deles na cabeça. Segundo informações de pessoas que trabalham no local, o crime teria sido cometido por dois homens em uma motocicleta.

De imediato a Polícia Militar chegou e isolou o local do crime e, como de costume, foi grande o número de curiosos que pararam e se ajuntaram para ver o morto. Somente às 20:36hs os peritos do Departamento de Polícia Técnica (DPT) foram chegar para fazer o levantamento cadavérico.

Jamil Souza
 

Morte violenta de funcionário da secretaria de cultura de Santa Bárbara choca a cidade

crime_polícia_Santa-Bárbara


Um crime bárbaro abalou a tranquilidade da pequena Santa Bárbara, cidade que fica a 35 km de Feira de Santana, na tarde desta sexta-feira (18). O promotor cultural Ailton Sales, 48 anos, foi encontrado morto na sua residência. O corpo foi encontrado por Toinho, 24 anos, sobrinho da vítima por volta das 13:00hs de hoje e estava nu em cima da cama com claros sinais de espancamento. No quarto onde a vítima foi encontrada a TV e o ventilador estavam ligados, também foram encontradas taças, uma garrafa de vinho suja de sangue e um facão.

Ele era membro da secretaria de Cultura da Prefeitura de Santa Bárbara na gestão do recém-empossado Prefeito Nilton Cezar, apesar das mudanças políticas, ela já estava no cargo há mais de 17 anos. A possibilidade de crime político foi descartada pelo presidente da câmara Municipal, o vereador Hugo Luiz que sobre a vítima afirmou: “era muito querido” e é “uma pessoa que vai deixar falta pro município”.

Ele tinha uma filha e estava separado há cerca de 4 anos, de acordo com familiares ele mantinha um bom relacionamento com a ex-esposa. E morava numa casa um pouco mais afastada da cidade com uma sobrinha. Ailton era dono de um cerimonial bastante requisitado na cidade e também era proprietário de uma grande área de terra adquirida há pouco tempo e que estava sendo loteado.

“Ele tinha o hábito não saudável de tá guardando dinheiro em casa e de forma ingênua ele comentava com pessoas da família e às vezes não da família” afirmou José Bezerra, genro da vítima. Ainda segundo Bezerra a vítima não tinha inimizade e o último contato com Ailton ocorreu às 21:14 de ontem (17) por meio de uma ligação telefônica.

 

Wagner foi a Jussiape participar do velório do prefeito e primeira-dama assassinados no sábado

Governador Jaques Wagner comparece ao velório do prefeito e da primeira-adama de Jussiape. (Foto: Manu Dias/ Secom/ Divulgação)

Governador Jaques Wagner comparece ao velório do prefeito e da primeira-adama de Jussiape. (Foto: Manu Dias/ Secom/ Divulgação)

Na manhã deste domingo (25), o governador Jaques Wagner viajou para Jussiape, município de cerca de 11 mil habitantes e que fica na região sudeste do estado, para participar do velório do prefeito reeleito Procópio Alencar (PDT) e da primeira-dama Jandira Oliveira Alencar. Os dois foram assassinados na manhã do sábado (24) por um homem conhecido como Coló, que também matou o gerente da Empresa Baiana de Água e Saneamento (Embasa), Ordelange Novaes, que trabalhava na cidade.

Prefeito de Jussiape Procópio Alencar (PDT) e sua esposa Jandira, ambos assassinados no sábado. (Foto: Will Assunção/Mural de Notícias)

O assassino foi morto pela policia depois de trocar tiros e ferir dois policias, um dos quais se encontra estado grave já que foi atingido na cabeça. O matador foi identificado pela polícia como Claudionor Galvão de Oliveira. Ele estava com duas armas – revólver calibre 38 e espingarda de cartucho, além de muitas munições, e era dono de um quiosque no centro da cidade, segundo informações da polícia. Outro homem foi ferido durante a troca de tiros com a polícia ao ser usado pelo criminoso como escudo humano.

A seriedade do caso fez com que também se fizessem presentes em Jussiape o secretário de Segurança Pública, Maurício Barbosa, o delegado-chefe da Polícia Civil, Hélio Jorge, e o comandante-geral da Polícia Militar, Alfredo Castro, que ainda no sábado foram para o município acompanhar o início das investigações. Embora a motivação do crime ainda não tenha sido confirmada, a família do prefeito acredita que o caso tem relação política.

O prefeito Procópio Alencar (PDT) foi reeleito com 58% dos votos nas eleições de outubro. Ele ocupou cargo de vice-prefeito na gestão de Wagner Freitas (PTB), que foi cassado pela Câmara Municipal no ano de 2010. A vítima disputou a eleição deste ano contra a esposa de Wagner Freitas, Vânia Dulce (PMDB).

O enterro do prefeito de Jussiape, sua esposa e do gerente da Embasa, vítimas do assassinato violento que chocou a pequena cidade, aconteceu na tarde deste domingo (25). Com a presença dos comandantes da polícia baiana e do Secretário de Segurança pública no locus onde o crime aconteceu, espera-se que o caso seja desvendado o mais rápido possível.

Jamil Souza, com informações do G1
 

Imprensa livre e em perigo: 70% dos assassinatos de jornalistas no Brasil ficam impunes

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Aproximadamente 70% dos assassinatos de jornalistas registrados no Brasil nos últimos vinte anos ficaram impunes, segundo levantamento da organização americana Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ).

O caso mais recente é o do repórter de política e blogueiro Décio Sá, baleado em um restaurante no dia 23 em São Luís (MA). Sá trabalhava no jornal O Estado do Maranhão, da família do presidente do Senado, José Sarney (PMDB).

O CPJ contabilizou 20 assassinatos de jornalistas entre 1992 e 2012 no Brasil, sendo que 14 não foram punidos. Outros seis foram parcial ou totalmente esclarecidos e seus culpados punidos. O Brasil foi classificado pelo comitê em 11º lugar entre os países onde há mais impunidade contra profissionais da imprensa.

“Os crimes contra jornalistas continuam sendo um dos principais problemas que a imprensa enfrenta nas Américas”, afirmou em nota Gustavo Mohme, da Sociedade Interamericana de Imprensa, após a morte de Sá.

O levantamento da CPJ, entretanto, já está desatualizado. A organização contabilizou em 2012 apenas o assassinato do jornalista Mário Randolfo Marques Lopes, em Vassouras (RJ), em fevereiro. Não foram incluídos no estudo a recente morte de Sá e os assassinatos do radialista Laécio de Souza, da rádio Sucesso FM, de Camaçari (BA), ocorrida em janeiro, e do repórter do Jornal da Praça e do site Mercosulnews, Paulo Roberto Cardoso Rodrigues, em Ponta Porã (MS), em fevereiro.

Dos quatro assassinatos de jornalistas de 2012, apenas o de Laércio Souza foi esclarecido pela polícia. Segundo a Polícia Civil da Bahia, ele foi morto por criminosos em janeiro na cidade de Simões Filho (região metropolitana de Salvador) após descobrir e denunciar um esquema de narcotráfico que operava em uma comunidade onde Souza planejava realizar trabalhos sociais.

Um suspeito foi preso e aguarda julgamento. Um adolescente foi apreendido e submetido a 45 dias de medida socioeducativa. Um segundo adolescente que participou do crime foi achado morto.

Sobre o assassinato de Sá, a Secretaria de Segurança Pública do Maranhão afirmou que um suspeito chegou a ser detido, mas não foi formalmente indiciado. As mortes de Rodrigues e Lopes permanecem sem solução.

Segundo a pesquisa do CPJ, a maior parte das vítimas são jornalistas que denunciaram casos de corrupção. Em segundo lugar vêm os repórteres policiais e, em terceiro, aqueles que escrevem sobre temas políticos. Porém, mais comuns que os assassinatos são os casos de intimidação e ameaças.

Após escrever reportagens sobre assassinatos extrajudiciais cometidos por maus policiais em 2003, o repórter especial paulistano J., de 54 anos, começou a receber ameaças e teve que “desaparecer” por 40 dias. Depois trabalhou por mais de quatro meses protegido por uma escolta armada.

“Muda tudo na sua vida. Você se dá conta que é extremamente vulnerável”, afirmou J. “A minha família ficou desesperada, se eu atrasasse cinco minutos era motivo para muita preocupação. Quase entrei em depressão”, disse.

O CPJ elaborou um Índice de Impunidade, espécie de indicador global que calcula o percentual de casos não solucionados de assassinatos de jornalistas em relação à população de cada país.

Índice de Impunidade 2012

1º Iraque
2º Somália
3º Filipinas
4º Sri Lanka
5º Colômbia
6º Nepal
7º Afeganistão
8º México
9º Rússia
10º Paquistão
11º Brasil
12º Índia

Agência Brasil